16 de junho de 2009

Sexo, drogas & bicicletas

Em Amsterdam, existe um canal de água para cada rua. E existem várias pontes sobre cada canal. Os barcos vêm e vão.

As bicicletas estão em todos os lados, rodando ou estacionadas. Os carros não têm vez e os bondes tocam uma sineta antes de arrancar.

Algumas ruas estão sempre cheias de gente. Outras estão sempre vazias. De vez em quando um carro cai num canal. De vez em sempre uma bicicleta cai num canal.

Os sex shops aparecem em cada esquina. Os coffee shops também. Mas --atenção!-- os coffee shops são diferentes das cafeterias. Em todos os lados se vê fumaça de erva.

Nas vitrines da luz vermelha, as moças olham nos olhos do possível cliente e, atrizes canastronas, suspiram "uau!".

Os restaurantes de carne argentina estão na moda. Os croquetes são vendidos em máquinas que funcionam com moedas.

Cada praça (ou plein) tem sua estátua. Os museus são para todos os gostos, de Van Gogh a Anne Frank e de história holandesa a história do sexo.

Dos velhos moinhos de vento, restam dois. O mercado de tulipas surge no coração da cidade para confirmar outro velho clichê.

E a estação central de trem dá as boas vindas a gente do mundo inteiro.

Não pode haver no mundo cidade mais encantadora que Amsterdam.

Ricardo põe legenda na foto:
Um dos dois moinhos que ainda existem dentro de Amsterdam.

Ricardo conta ao pé do ouvido:
Para os portugueses, a cidade se chama Amsterdão.

Ricardo dá o caminho das pedras:
Veja aqui o que se aconselha ao alugar uma bicicleta em Amsterdam.
...

Um comentário:

Francisco Martínez disse...

Chico! qué lindo!... texto moito bonito tambem!!!