28 de março de 2009

Emoção em Lisboa / Emoción en Lisboa

Caminhar pela zona antiga de Lisboa é como folhear os livros de história da época do colégio.

Sobre um imenso pedestal na Praça do Rossio ainda governa o rei dom Pedro IV, o mesmo imperador dom Pedro I do Brasil.

Perto dali, no Largo do Chiado, uma estátua mostra Fernando Pessoa sentado em seu café favorito.

A praça ao lado presta uma justa homenagem a Luís Vaz de Camões.

O Elevador de Santa Justa, a Rua Augusta, o Arco Triunfal e seu mármore, a Praça do Comércio e -finalmente- o Rio Tejo. Imponente, majestoso, cheio de vida. Reis passam e primeiros-ministros passam, mas o velho Tejo continua.

Calçadas de bom gosto pavimentadas com pedras portugueses. Praças de concreto, ainda assim elegantes, com uma estátua no centro. Edifícios ao estilo pombalino. O casario com belas fachadas de azulejo.

A cidade é portuguesa, mas dá a curiosa sensação de que também nos pertence. Tudo muito diferente e ao mesmo tempo tão familiar. Assim, sem esforço, Lisboa emociona.

Ricardo põe legenda na foto:
O Arco Triunfal liga a Baixa à Praça do Comércio e oferece a melhor vista do Rio Tejo.

Ricardo conta ao pé do ouvido:
A Baixa é um microbairro planejado no centro antigo de Lisboa. Foi construída pelo Marquês de Pombal numa zona baixa, plana e segura depois de o resto da cidade ter sido arrasado em 1755 pelo Grande Terremoto.

Ricardo dá o caminho das pedras:
As fotos da viagem a Lisboa estão neste álbum.
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